Crânio de Luzia é encontrado nos escombros do Museu Nacional

Sim, estou tentando desviar um tantinho assim desse momento de Ódio (não se iluda, pequeno gafanhoto, já passamos da fase política disso faz tempo) e discutir alguma coisa além, já que o Brasil tem muito mais coisa do que as fake news contra Haddad e as coisas bizonhoas que o Bolsonaro fala.

Lembra do Museu Nacional? Aquele que pegou fogo e se destruiu por inteiro? Até discutimos sobre o que se destruiu nas chamas.

Então, no dia 19/10 foi noticiado que o crânio de Luzia, o fóssil mais antigo das américas, que estava no Museu Nacional, foi encontrado em quase sua totalidade.

Quase.

Segundo Alexander Kellner (Diretor do Museu Nacional), o crânio de Luzia está quebrado e sua busca iniciou logo na fase emergencial nas obras do museu.  Até agora só encontraram pertes laterais e a testa.

Apesar de estarmos falando do crânio, vale lembrar que o fóssil de Luzia contém, ainda, uma parte do quadril e do fêmur.

Quem foi Luzia?

Luzia é muito importante para a história da povoação nas Américas. Encontrada por uma missão franco-brasileira liderados pela arqueóloga Annette Laming-Emperaire (1970), comprovaram que a anatomia do crânio de Luzia era diferente (similar aos dos africanos) dos crânios dos indígenas encontrados na região.

A existência do fóssio de Luzia (e de todos os fósseis da chamada Lapa Vermelha)O que faz questionar toda a história dos habitantes paleoamericanos.

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