Zumbi dos Palmares em Quadrinhos

Quando eu falo com alguém sobre Zumbi dos Palmares, normalmente, a primeria coisa que eu escuto é “escravo” ou algo dessa natureza. Primeira coisa é que o povo africano não era Escravo, mas foi escravizado.

Tem muita diferença.

Justamente por haver essa discordância/ignorância no debate de informações, senti a necessidade de discutir esse assunto aqui no blog.  Vamos iniciar de uma forma mais light, com uma leitura da história de Zumbi dos Palmares no formato de HQ. A edição tem, claro, a parte de quadrinhos, mas há um apanhado históriográfico contado no início do livro, que pode ser baixado aqui.

ZUMBI DE PALMARES

Um pouco de Wikiédia, pra ver qualé:

Zumbi nasceu na Serra da Barriga, Capitania de Pernambuco, atual União dos Palmares, Alagoas, livre, no ano de 1655, mas foi capturado e entregue a um missionário português quando tinha aproximadamente seis anos. Batizado ‘Francisco’, Zumbi recebeu os sacramentos, aprendeu português e latim, e ajudava diariamente na celebração da missa

Por volta de 1678, o governador da Capitania de Pernambuco, cansado do longo conflito com o Quilombo de Palmares, se aproximou do líder de Palmares, Ganga Zumba, com uma oferta de paz. Foi oferecida a liberdade para todos os escravos fugidos se o quilombo se submetesse à autoridade da Coroa Portuguesa; a proposta foi aceita pelo líder, mas Zumbi rejeitou a proposta do governador e desafiou a liderança de Ganga Zumba. Prometendo continuar a resistência contra a opressão portuguesa, Zumbi tornou-se o novo líder do quilombo de Palmares.

Quinze anos após Zumbi ter assumido a liderança, o bandeirante paulista Domingos Jorge Velho foi chamado para organizar a invasão do quilombo. Em 6 de fevereiro de 1694 a capital de Palmares foi destruída e Zumbi ferido. Apesar de ter sobrevivido, foi traído por António Soares, e surpreendido pelo capitão Furtado de Mendonça em seu reduto (talvez a Serra Dois Irmãos). Apunhalado, resiste, mas é morto com vinte guerreiros quase dois anos após a batalha, em 20 de novembro de 1695. Teve a cabeça cortada, salgada e levada ao governador Melo de Castro. Em Recife, foi exposta a cabeça em praça pública no Pátio do Carmo, visando desmentir a crença da população sobre a lenda da imortalidade de Zumbi.

Editora: Prefeitura Municipal de Betim
Licenciador: sem licenciador
Categoria: Edição Especial
Gênero: Educacional
Status: Edição única
Número de páginas: 38
Formato: (21,5 x 29 cm)
Preto e branco/Lombada com grampos

Preço de capa:
Essa edição é o sonho de consumo de 1 usuário. Crédito da capa e editor
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