Arqueólogos encontram restos de naufrágio do Séc XVIII em Cartagena

Primeiramente quero me desculpar com quem quer que leia esta bodega. Andei ausente, SIM, pois estou sem Net novamente e estou fazendo as postagens pelo Celular (o que me faz perder rios de dinheiro com pacotes de internet e ganhar uma baita Tendinite), então, favor relevar qualquer problema no texto.

Agora vamos ao que interessa.

Uma verdadeira Força Tarefa se fez presente para estudar os restos de uma embarcação naufragada nos mares de Cartagena (Espanha). Segundo o investigador chefe, possivelmente trata-se de um barco do Séc XVIII usado por um dos maiores almirantes da Espanha.

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Com direito a restos mortais ainda no navio. É mole, ou quer duro?!

A DESCOBERTA
Como não custa repetir, as chances de tratar-se de uma embarcação do Sec XVIII de um notório almirante espanhol são bem grandes (ui!).

Segundo fontes históricas, Blas de Lezo, um dos maiores nomes da Marinha espanhola, teria afundado um desses navios, evitando uma invasão britânica.

Pelo que apurei, o referido almirante (que tinha o apelido de Patapala), apesar de sua fama na época, morreu em 1741 e atualmente experimenta o mais puro anonimato.

Entre a cacetada de coisas encontradas lá (tipo um canhão), muita coisa precisou voltar para o fundo do mar por causa da falta de equipamento e tecnologia capaz de mante-los conservados fora daquele ambiente.

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Tipo os restos mortais de quem não escapou na hora em que a embqrcação afundou.

Para você ter uma noção da seriedade desse trabalho, entre os profissionais da  Argentina, Uruguai, Chile, México e da própria Espanha, são 10 arqueólogos, 7 mergulhadores de resgate, além de uma equipe de logística e transporte com 3 barcos e uma plataforms de trabalho trabalhando direto por mais de 40 dias.

Ufa!

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Além de tudo isso, que não é pouco, mas ainda tem a cereja do bolo: um Sensor Side Scan Sonar EdgeTech 4200 é usado para monitorar o barco ainda no fundo do mar.

Pra você ter uma ideia, esse equipamento é o mesmo utilizado em operações como a do Titanic.

MAS AONDE É QUE TÁ?!
O local do achado é nas imediações do Forte de San Juan de Manzanillo, de frente pra Casa de Huéspedes Ilustres.

Este ultimo, trata-se de uma residência para personalidades combianas, projetada pelo arquiteto Rogelio Salmona entre 1978 e 81.

Aliás, este imóvel ganhou o prêmio Nacional de Arquitetura em 1986 como estrutura latino americana mais importante.

E AGORA?!
Segundo Carlos del Cairo, Diretor da Fundação Terra Firme e professor/investigador da Universidade Externa da Colômbia, para garantir que ninguém vá avacalhar com o achado (pilhagem, por exemplo), a segurança nacional está cuidando de tudo.

Ainda, segundo Carlos, uma exposição já é estudada para a Casa de Cultura Bocachina. Assim que sair algo maid, pretendo apresentar por aqui.

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