Mensagem escondida na prisão Kishle (Jerusalém)

Lembra da prisão Kishle, onde, supostamente, seria o lugar onde Jesus foi julgado por Pôncio Pilatos?! Pois é, os arqueólogos que estudam o lugar encontraram uma inscrição oculta que data do Século VIII a.C. O arqueólogo Amit Re’em (Arqueólogo da Universidade Hebraica de Jerusalém) que trabalha no local há 15 anos foi quem encontrou a inscrição.

Shmuel Matza (beirando os noventa anos na época em que este post foi escrito) era atuante pelo Irgun (uma Organização Militar Israelita) quando foi preso por quatro dias em Kishle. Revoltado, em um sentimento de auto afirmação, Matza entalhou na parede da prisão o símbolo de sua organização usando um garfo (claro que ele não teria acesso a uma faca).

Muitos anos sepassaram e logo abaixo desta prisão,  Amit Re’em encontraria restos de bacias-morrendo de tecido que datam da época dos cruzados. Abaixo disso, eles descobriram um canal de drenagem de água assumiu ter pertencido ao palácio de Herodes, e mais adiante, as fundações do palácio, que os arqueólogos acreditam que se estendia até o Monte Sião.

Nestas bases, eles descobriram restos de uma parede da Disnatia Hasmonean que remonta ano final do primeiro século, e na parte inferior, remanescentes de uma outra parede acredita ter sido construído pelo rei Ezequias, cerca de 900 anos atrás.

Sim, é uma descida realmente necessária. De acordo com o próprio Re’em, em nenhum lugar de Jerusalém temos resquícios de tantos períodos diferentes da história em um mesmo espaço.

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