O Tempo e o Vento estréia na TV – Parte 01

o tempo e o vento

Mais um ano vai, mais um ano vem e cá estamos, novamente, iniciando um novo ano com mais uma postagem.

Gostem ou não!

Não sei quando esta postagem cairá em suas mãos, oh leitor, razão do existir desse espaço virtual com sérios episódios de crises existenciais. Contudo, falaremos sobre um dos grandes clássicos da literatura tupinikin que, aliás, sofreu uma nova adaptação exibida nas telonas em setembro de 2013. Estou falando de O Tempo e o Vento, uma série de sete livros, de autoria do escritor  Érico Veríssimo.

Não confundir com o Luiz Fernando Veríssimo.

A história narra os conflitos que formaram o estado do Rio Grande do Sul, no final do século XIX  e é dividida em três partes: O Continente (publicada em 1949), o Retrato (publicada em 1951) e O Arquipélago (publicada em 1961).

Atualmente, a Rede Globo resolveu transformar a adaptação deste clássico. Filmada em Bagé (Rio Grande do Sul), a minissérie conta com três episódios, roteiro de Tabajara Ruas e Letícia Wierzchowski, direção de Jayme Monjardim (que já avisou que teremos cenas a mais do que na versão para as telonas) e, que, pelo que me consta, é uma adaptação de O Continente (primeira parte da trilogia) e eu, seu mais humilde provedor do saber, tentarei lhe passar a história da melhor forma.

Nunca fui bom em contar histórias, portanto, fique atento ao meu fracasso.

E NA NOITE DE QUARTA…
Desde 1893 até 1895, conflitos internos descortinam a Revolução Federalista. No episódio de hoje, Bibiana (neta do índio Pedro Missioneiro), recebe a visita de seu grande amor, um homem destemido e de grande caráter. Assim é um certo capitão Rodrigo, que na verdade…

Capitão Rodrigo Cambará

… é o Tony do Terra Nostra e de Joia Rara.

Bibiana, já idosa, relembra as suas desventuras do tempo de menina moça ao lado de seu eterno eleito em meio a uma guerra que toma a rotina da cidade de Santa Fé. Estamos prestes a ter um flashback, portanto, fique sabendo que estamos em meio a uma guerra entre os republicanos e os federalistas.

As famílias Terra Cambará e Amaral estão em pé de guerra (literalmente) e a nossa querida Bibiana relembra o início de tudo ao lado de seu amor desencarnado…

…sim, o Tony está morto. Pelo menos é a impressão que eu tenho.

O jovem Pedro, avô de Bibiana, é filho de uma índia que chegou, aos trancos e barrancos em acampamento de jesuítas, durante o período das Missões…

Acampamento

… que logo é dizimado impiedosamente.

O garoto cresce e, depois de um hiato de muuuuuitos anos, acaba encontrando (ou sendo encontrado, mais precisamente) Ana Terra e logo mostra que não estava ali para perder tempo.

Índio quer apito de moça parecida com Fábio Jr.

Enfim, a moça engravida e o índio é descartado como um modes usado. O garoto cresce sob os cuidados da mãe e recebe (de presente, antes de ver seu antigo lar ser destruído igual ao acampamento jesuíta), uma adaga que o padre tutor do Pedro Missioneiro carregou antes de abandonar o acampamento em chamas.

A vida não facilita se você tem sangue de Terra Cambará.

O capítulo de hoje termina com Ana Terra cercada de coadjuvantes barbados dando margem à impulsos sexuais violentos e pouco convencionais. Conforme já informado, a adaptação de Jayme Monjardim receberá novas cenas e foi transformada em uma minissérie de três capítulos. Amanhá teremos outra postagem, afinal, Bibiana e o Rodrigo… quer dizer, Tony, iniciam sua odisseia.

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