Ataque contra Torres Gêmeas faz 12 anos

Na sua opinião, os Estados Unidos estão mais hesitantes em assuntos que envolvem guerra?!

Pergunto isso, pois hoje é o aniversário de 12 anos da queda das torres gêmeas (o Word Trade Center), a aparição de Osama Bin Laden ao mundo e o início do que se convencionou chamar de Guerra ao Terror. Um evento que marcou o calendário de nossa raça, o 11 de Setembro é entendido por todos como o maior ataque terrorista envolvendo o povo americano…

… desde as bombas atômicas em Hiroshima e Nagasaki.

O que foi?! Falo do único ataque oficial envolvendo arma nuclear! Uma nação que atira uma bomba de 60kg as 8 da manhã em território civil… Se aquilo não foi terrorismo, eu não sei o que foi.

Enfim, seja como for, o 11 de Setembro marcou a história de nossa sociedade, nossos filhos estudarão este evento e seus filhos também. Para tanto, precisamos entender o que se passa na cabeça daquele que chefia o povo que parece estar acima da própria Organização das Nações Unidas e que promove um clima de tensão, em suas intenções de atacar a Síria, acusada de ataques com armas químicas.

O Sr. Barack Osama.

RELEMBRAR É VIVER
Como não poderia deixar de ser, hoje, 11 de setembro, o EUA lembra com pesar o trauma dos ataques da Al-Qaeda contra o monumento do comércio gringo, o World Trade Center. Para quem não lembra, no dia 11 de setembro de 2001, quatro aviões (dois Boeing 757 e dois Boeing 767) foram sequestrados e usados para derrubar o complexo de edifícios de Manhattan, o World Trade Center.

  • Voo 11 da American Airlines: deixou o Aeroporto de Boston às 07:59 com rota para Los Angeles e uma tripulação de 11 membros e outros 76 passageiros, não incluindo os cinco sequestradores. Os terroristas colidiram o avião contra a Torre Norte do World Trade Center às 08:46;
  • Voo 175 da United Airlines: deixou o Aeroporto de Boston às 08:14 em rota para Los Angeles com uma tripulação de nove membros e 51 passageiros, sem incluir os cinco terroristas  que colidiram o avião contra a Torre Sul do World Trade Center às 09:03;
  • Voo 77 da American Airlines: deixou o Aeroporto Internacional Washington Dulles, na Virgínia, às 08:20 em rota para Los Angeles. Tripulação de seis membros e outros 53 passageiros, não incluindo cinco sequestradores. Os terroristas colidiram o avião contra o Pentágono às 09:37;
  • Voo 93 da United Airlines: deixou o Aeroporto Internacional de Newark às 08:42 em rota para São Francisco. Tripulação de sete membros e outros 33 passageiros, não incluindo os quatro sequestradores. Depois que os passageiros se rebelaram, os terroristas derrubaram o avião no chão, perto de Shanksville, na Pensilvânia, às 10:03.

Depois disso, Osama Bin Laden apareceu para o mundo, encabeçando o grupo Al-Qaeda e logo foi responsabilizado pelos EUA e seu chefe imediato, George W. Bush. Na verdade, Osama Bin Laden já tem uma história antiga com o povo americano, desde o tempo da Guerra do Golfo, onde foi constatada sua mão suja e suas ideias de combate ao ideal americano.

Para nossa surpresa, o presidente da época da Guerra do Golfo é ninguém menos do que George H. Bush, pai de George W. Bush, que prometera a cabeça de Bin Laden em uma bandeja de prata, banir o terrorismo e limpar o planeta das forças do Mal.

Maluco.

11 DE SETEMBRO DE 2013
Os eventos ligados ao aniversário de 12 anos do ataque ecoam por todos os corações americanos e não apenas a lembrança do sentimento de segurança que foi despedaçado junto com as torres gêmeas, mas também outras afrontas nada agradáveis para os EUA como foi o caso do atentado em Bengahzi (Líbia) que matou o embaixador americano Christopher Steves e mais outros 3 americanos. O atentado foi uma resposta ao filme de baixo orçamento A Inocência dos Muçulmanos .

Sim, foi uma putaria, mas voltemos ao assunto.

Atualmente Barack Osama admite que o governo, na época dos ataques, agiu com baseada no calor do momento e que atualmente está mais cauteloso. As aventuras da América em terras árabes não renderam muita popularidade, contando com 55% da opinião pública contrária a intervir na Síria, os americanos temem ter, nessa nova intervenção militar, um deja-vi nada agradável.

é claramente a opção preferível“, diz o secretário de Estado, John Kerry.

Após mais de uma década de guerra no Afeganistão e no Iraque e mais de seis mil mortos, os EUA estão pisando em ovos, quando o assunto é guerra. A queda na popularidade por conta dos desgastes do passado, agora, são relevados religiosamente, a intenção é preservar a aprovação pública.

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