Polêmica biografia sobre Freddie Mercury

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Lesley-Ann Jones

A autora e jornalista Lesley-Ann Jones resolveu escrever uma biografia sobre um dos maiores ícones da história do Rock internacional: O lendário Freddie Mercury, chamado Freddie Mercury – A biografia definitiva.

As prateleiras sempre estão cheias de biografias e livros que tratam (de forma genérica e já batida) a trajetória meteórica do vocalista do Queen. Porém, Lesley-Ann aposta numa divulgação do lado mais pessoal do referido astro e relata a sua intimidade, seus vícios e suas gafes.

Um texto que pode afetar aqueles mais fiéis ao imaginário popular do artista.

UMA RAPIDINHA COM FREDDIE MERCURY
Freddie Mercury nasceu no dia 05 de setembro de 1946 na cidade de Zamzibar e seu nome real era Farrokh Bulsara.

Sim, Freddie era africano.

Em 1970 (tinha 18 anos), Freddie (nome artístico que ele próprio adotou) conheceu Tim Staffell, integrante de uma banda que se chamava Smile. Após a saída de Tim, Brian May e Roger Taylor (que já eram integrantes da referida banda), convidaram Freddie para participar dos ensaios.

O sucesso meteórico veio logo na sequência.

Quanto a Doença, sabe-se que Freddie Mercury escondeu o fato de todos até onde conseguiu. Reza a lenda que ele só revelou que era Soro Positivo já próximo da morte.

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Capa do livro Freddie Mercury – A Biografia Definitiva

MAS E O TAL LIVRO, TIO BAZUCA?!
O livro (que já é um Best-Seller pelas bandas de lá) chama-se Freddie Mercury – A biografia definitiva e, conforme já mencionado anteriormente, detém o foco na intimidade e nos momentos pouco confortáveis da vida de Freddie.

O livro, pelo que sei, já se encontra em versão traduzida em terras tupinikns. A ideia do livro é revelar uma faceta mais humana e pouco disciplinada do astro, COM histórias sobre sua sexualidade ativa com rapazes após os shows.

Naquela época, os homossexuais eram considerados um grupo de risco e era encarada de uma forma ainda menos interessante do que é hoje.

Ainda, Lesley-Ann pretende apontar momentos da vida do vocalista do Queen onde aquela sua humildade interessante é questionada, como o fato dele perder uma potencial parceria com Michael Jackson por causa de seu vicio com a Cocaina, além de seu lado esnobe, ao destratar um amigo de infância.

Vale a pena ser lido.

Aida hoje, o Queen encanta os corações daqueles que sentem o poder da voz de Freddie Mercury, da batida de Roger Taylor e sente aquele frio na espinha com os acordes da Red Special de Brian May.

Para quem não sabe, Red Special é o nome da guitarra de Brian May que ele mesmo projetou.

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