Protocolada ação penal privada contra “tuieira” desocupada

Pois é, né?!

Meu povo, posso me gabar de ser um nordestino dos mais estereotipados (cabeça chata, ignorante e ainda sei imitar o Silvio Santos) e minhas alegrias não param por aí. Testemunhamos a lei fazer valer sua voz e vez contra gente que, além de trabalhar com a parte jurídica (para quem não sabe, Mayara Petruso é estudante de direito), ainda usa a internet para disseminar suas idéias pouco maduras e sua eloqüência questionável.

A menina espalhou pelo tal do “Tuíter” (já falei que não sei escrever esse negócio) umas coisas ruins sobre o povo do nordeste, sem sequer parar para pensar no que apontava, sem observar suas idéias ou mesmo sem saber se defender, quando questionada sobre sua ideologia preconceituosa, e olha que é estudante de direito.

Atualmente, a seccional da OAB-PE protocolou uma ação penal privada contra a moça. Acontece que a ação penal acabou substituindo uma denúncia formal de crime que pairava contra a estudante. O presidente da OAB-PE explica que tal medida foi tomada, pois a “tuiteira” e desocupada de plantão foi ao público e pediu desculpas genéricas e formalizou pedidos de apreço diante da atenção dispensada.

Blá blá blá.

A moça reclama do nordestino, não tem coragem de formular uma ideologia decente (apenas se baseia no destino do Bolsa Família), precisou da ajuda da frente da organização São Paulo para Paulistas (que é outra que carece de idéias maduras), mas deve ser do tipo de pessoa que faz tudo isso e passa a madrugada no Show do Tom se mijando de rir.

Sem falar que deve ter votado no Tiririca.

Agora parem o que estão fazendo, reduzam a sua velocidade intelectual e pensem comigo um instante: Mayara Petruso foi enquadrada em dois crimes, quando enviou sua infame mensagem pelo “tuíter”: Racismo e Incitação pública para a prática delituosa. Eu nem vou comentar toda a onda de isso gerou no final de 2010, isso vocês sabem muito bem. O Ministério Público de São Paulo, apesar de tudo isso, ainda não foi formalizado uma ação penal pública, apenas foi protocolado uma queixa substitutiva enviada pela própria OAB-PE.

Para quem não sabe, a queixa substitutiva acontece quando a denúncia formal (no caso, quem deveria fazer era o MPF-SP) não acontece, daí ocorre a queixa substitutiva, que passa a ser o novo ponto de partida. O prazo estica-se agora por mais 06 meses.

Espero que ainda tenhamos notícias boas assim, fiquem ligados! Temos mais um semestre para ver no que dá essa história. Não vamos deixar a peteca cair, nem debaixo d´agua! Entusiasmo, gente!

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