Bin Laden na conta do papa!

Amigos brasileiros, novamente a história de um país se descortina acontece em nossa época. Parecia até que eu estava na expectativa da notícia, visto que eu não conseguia dormir nem mesmo por um decreto naquela noite. Quando vi o Plantão e ouvi na tradução simultânea a informação de que as forças americanas abateram Osama Bin Laden, confesso que fiquei por alguns instantes sem saber o que pensar.

Mais confuso do que namorado de gêmeas.

Isso mesmo, Barak Obama terminou o trabalho que George W. Bush havia começado em sua maior empreitada: A guerra ao terror. Claro que todo mundo já sabe que o maior motivo que levou o ex presidenciável a mandar vários de seus jovens ao território inimigo baseava-se em uma novela que teve início com seu pai na guerra do Golfo.

Os E.U.A. finalmente exorcizaram seus demônios.

Os americanos agora podem suspirar mais sossegados com a intervenção precisa de Obama, este homem que está direcionando o povão americano por uma nova trilha, um novo horizonte, aposto que metade dos democratas não acreditava que Bin Laden caísse tão rápido na mão do governo Obama.

A questão do terrorismo foi tema frequente e fortemente enraizado na cultura dos gringos. Mesmo a maior honraria da sétima arte não acabou escapou, quando o Oscar foi dado ao filme “Guerra ao Terror” ao invés do maravilhoso “Avatar”. Não que a película sobre guerras e bombas não mereça o prêmio, mas tal evento tornou mais do que evidente a dimensão dos privilégios por parte da academia diante do que a película em questão tinha para oferecer ao pensamento popular americano da época.

O Oscar virou ferramenta de uma ideologia armamentista americana, será o benedito?

Verificando os prós e os contras de uma transição de governo com ideologias completamente diferentes, quem acabou comendo a maior fatia do bolo foi Obama. Falando nele, este homem está dando aos americanos um motivo a mais para curtir eleições, visto que ele mostra-se sagaz e bastante incisivo quando pretende ser. A maior prova disso foi sua ultima aparição para discutir sobre sua real nacionalidade.

Acusado formalmente pelo seu futuro antagonista nas urnas, o multimilionário Donald Trump (que parece uma mistura de Araci Balabanian com Valter Mercado) deu o pontapé inicial em uma campanha que evidencia preceitos e preconceitos genuinamente norte americanos. Em uma resposta a altura, Obama simplesmente limpou o chão com a cara de Donald, protagonizando um dos momentos mais festejados e politicamente emancipadores na carreira de qualquer presidente. Se Obama é, de fato, americano puro, não sei e nem quero saber (tenho ódio de quem sabe!), mas sua performance naquela noite foi a de um verdadeiro político americano nacionalista.

Mais americano do que aquilo, somente fazendo tudo de novo, mas usando um chapéu de cowboy e comendo um hamburguer.
Mais cenas nos próximos capítulos.
Entusiasmo!

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