Ministério da cultura mais ativo


Antes de qualquer coisa, feliz 2011 para todos os leitores deste blog arrogante e temperamental. A quem interessar possa, meu reveillon foi tranquilo ao lado da minha patroa e amigos, vendo queima de fogos e curtindo eventos gerenciados pela prefeitura… não comentarei aqui a origem do dinheiro que bancou toda a farra, apesar de eu ser do tipo que gosta de saber quem está pagando minhas coisas.

Comentaremos tal coisa quando for necessário. Por hora, vamos ao post, hoje este pequeno e ousado espaço virtual falará rapidamente sobre a nova ministra da cultura.

Acredito que todos já devem estar sabendo da nova ministra da cultura Ana de Hollanda, pra quem não sabe (ou não se tocou ainda), ela é mais uma irmã de Chico Buarque de Hollanda. Em entrevista, ela afirmou acreditar na sua nomeação ocorrer baseada no seu histórico de trabalho dentro do meio cultural. Desde 2003 que ela esta no Museu da Imagem e do Som, no Rio de Janeiro. Verificando a bacagem curricular desta mulher que já passa dos seus 60 anos, acredito que nosso ministério só tem a ganhar, não desaprovando nem um pouco o trabalho já iniciado pelos seus antecessores.

Ainda pego gente na rua confundindo a liderança do ministério da cultura com o nosso querido Gilberto Gil.

Dia 10 a nossa atual ministra da cultura voltou-se para mídia respondendo ao protesto de censura promovido pelo Irã diante da literatura nos livros de Paulo Coelho. Muita gente brasileira reprova tal literatura, outros não curtem mais, pois afirmam que estes livros eram uma curtição de adolescente ou mesmo estão ocupados “tuitando”. Seja como for, Ana de Hollanda afirmou, com sábias palavras que somente aqueles que já vivenciaram tal repressão, toda a censura é lamentável. Paulo Coelho (que comentou certa vez que só não compraria o piano mais caro do mundo por não saber tocar piano) demonstrou sua insatisfação em seu blog, dando o start para toda a repercussão atual.

Aqui cabe uma verificação. Lembramos que o Irã é um país altamente ativo e doutrinado, no que diz respeito aos seus parâmetros culturais e religiosos, acredito mesmo que já foi grande progresso por parte do Paulo Coelho conseguir uma proibição somente agora. A proibição está se tornando uma constante atualmente em vários países, vendo o exemplo da China que proibiu o uso do estrangeirismo (não somente o inglês, mas qualquer outro termo de origem externo, mesmo amplamente aceito) em vários meios de comunicação. Não é a primeira vez que a China envolve-se em sua couraça e dissipa as interferências da mídia externas, porém, lembrando do caso extremo na praça da paz celestial onde a China interferiu em suas comunicações internas para abafar o caso ou mesmo na invasão de países externos dentro da cultura chinesa e tal invasão foi impelida pelos grandes mestres de artes marciais.

Papo para outra postagem, estou saíndo do assunto.

Em sua primeira visita oficial, Ana de Hollanda esteve diante do complexo do Alemão ao lado do vice-governador do Rio, Luiz Fernando Pezão (kkkkkkkk!), para dar mais uma investida contra o crime, desta vez, focando o ócio e inserindo cultura na vida das comunidades mais carentes (Ponto de Cultura Raízes em Movimento, Oca dos Curumins, além da estação do teleférico da Fazendinha, não sei se teve mais do que isso, alguém me corriga se estiver errado ou incompleto). A intervenção do estado baseada na cultura e na educação, dentro de setores delicados em nosso país, poderá colher frutos maiores e mais duradouros com certeza, ainda mais levando em conta a liberação de R$180.000,00 para as entidades).

Muito trabalho ainda existe, mas a atual ministra da cultura eleita parece que vai tirar de letra todos os problemas. Além do PAC do Alemão (como estão chamando o investimento dentro do complexo), ainda conta na agenda da cantora e compositora uma viagem até a cidade de Goiás Velho (GO) para verificar os estragos. A cidade foi tombada pela UNESCO como patrimônio em 2001.

A situação das cuvas atualmente requer uma intrvenção maior do governo, tanto que até mesmo o ministério da cultura (que a maioria das pessoas não dá porra nenhuma por tal ministério) está fazendo sua parte.

Finalizando este rápido post lembro que vi em um jornal a questão do Haiti, que já está com um ano de seu maior trauma e ainda não está nem próximo de uma reabilitação. Governo haitiano aponta a necessidade de um comprometimento real por parte da ajuda externa. Muito do que iria ser feito ainda nem saiu do papel, isso me faz lembrar quando ocorreu aquele tsunami na Ásia em 2004, onde vários países, mobilizados e emocionados, moveram esforços e mandaram mantimentos para lá, porém, esqueceram que a água estava imunda e de enviar panelas.

Parece até piada, mas a ajuda está chegando. Nosso governo está mudando, as mudanças já vem de muito antes, aguardaremos próximos capitulos. Maiores informações em breve.

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