1 mês sem atualizações

Minha criatividade está mais vazia do que o salão do plenário numa segunda pela manhã. Com muita tristeza, informo que este blog está quase 1 mês sem receber atualizações,porém, tentarei me explicar.

Sinceramente, esses dias andei sem vontade de escrever, nada parece legal o suficiente para fazer meus miolos produzirem algo bacana e levar minha carcaça ao teclado, divulgando pensamentos frutíferos. Pode ser por conta do trabalho que consome todo o meu tempo livre, ainda estou metido em cursos preparatórios para o vestibular, pretendo entrar em história ou ciências sociais, ainda não tenho certeza. Enfim, não tenho tempo para ser eu.

Entenda o “eu” como uma identidade formada por breves conceitos, idéias, características e alegativas amparadas por um conceito social vigente.

Derrubando a teoria do Tiririca para eleição, recentemente roubaram minha patroa e eu, levaram o dinheiro dela e meu celular (um LG KP570q que era meu xodó), foi um pouco frustrante, pois os vagabundos disseram estar armados, mas não vi arma nenhuma. De repente, sobe aquela sensação de impotência e vergonha, porém, minha patroa me ajuda muito e eu a amo por isso.

Para quem não sabe, eu costumo (costumava) escrever os textos usando a ferramenta de e-mail do meu celular, meu primeiro blog se chamava “Solidão no coletivo”, pois eu escrevia dentro dos ônibus, mas achei que o nome do blog estava parecido demais com aqueles jargões escolhidos pela produção do Zorra  Total, aí mudei. Quando eu pretendo lançar um post, eu sempre tento criar uma ponte entre os fatos mais atuais e mais gritantes da atualizade (greves, problemas sociais ou históricos, descobertas arqueológicas e afins) e relacionar tal situação com eventos ocorridos no mundo antigo, assim, acredito que tal atitude facilite o entendimento de certas decisões tomadas na época e dê uma nova visão dos acontecimento atuais para quem estiver lendo. Os textos escritos no celular podem ser encarados como um protótipo do post final.

Fase alpha.

Depois de terminado o protótipo no celular, eu passo o texto para o rascunho do WordPress e lá faço as devidas alterações e antes de divulgar o artigo (que a essa altura do campeonato já não é mais nem um texto e nem rascunho, mas, sim, um artigo em potencial), ainda passa pela análise criteriosa da minha patroa do meu mozão, que corrige os erros mais cabeludos do meu porgutês.

Fase beta.

Tinha muitas idéias para adicionar no Blog, inclusive, tenho alguns posts já em rascunho para aplicação, divulgando o mundo antigo para todos aqueles que tem certa curiosidade ou para todos os que desejam se aprofundar mais ainda nessa sociedade que vive em silêncio, também tenho a necessidade de trocar conhecimentos, daí a importância de sempre acrescentar comentários sobre os artigos publicados. O debate das idéias apresentadas reforça o conhecimento e ocorre a troca interessante de informações.

Outra coisa que pode ter influenciado o atraso de quase 1 mês neste blog é minha constante distração. Sou o tipo de pessoa que, de quando em quando, preciso me distrair, pensar na morte da bezerra (como chamam aqui no Ceará). As vezes acaba acontecendo de precisar perder o foco, mas é algo que acho interessante. Sério, gosto de ver gente distraída e acaba sendo um mistério contagiante, fico curioso a imaginar o que pode estar consumindo a mente de um ser humano como ocorre com os distraídos.

Alguém já se perguntou pra onde olha o distraído?

A distração já me fez aprender muito aqui onde trabalho, por mais estranho que possa parecer. Devo aprender a controlar essa necessidade (estranha) e voltar meu olhar para o que realmente acontece. O momento é tudo. Muitos confundem o distraído com aqueles indivíduos que, enquanto você fala ou dá o velho “sermão”, fazem ouvido de mercador ou tentam pensar em outra coisa, esses eu prefiro que tomem o rumo da venta e não permanecam no caminho. Estes não são distraídos que me contagiam, estes estão preocupados simplesmente em não lhe dar atenção.

Recomendo retribuir o sentimento.

Para mim, a distração é uma das formas que encontrei para sair pela tangente diante de um dia conturbado, me faz relaxar e, de certa forma, ter prazer. Voltando ao tema, esse assalto acabou me desconcertando do primeiro ao quinto prêmio, não apenas pelo fato de ser mais um brasileiro roubado por “crianças” que são “produtos do meio”, mas lá (no celular) estavam muitos textos escritos, livros e monografias, minhas fotos e outras coisas, sem falar nos momentos desconfortáveis que minha patroa e eu passamos.

Quanto aos próximos artigos, está um pouco complicado de estabelecer qualquer habitualidade, como mencionei anteriormente, estou bastante ocupado por aqui, ainda tomei a iniciativa de furtar algum tempo e postar. Pretendo entrar na modalidade de “textos prontos” sem muita de minha identidade, visando mais inibir a falta de tempo para demais acertos. Voltando para o tronco, em breve mais atualizações. ενθουσιασμός.

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